quarta-feira, 15 de junho de 2011


Se há uns meses atrás me perguntassem o que era a felicidade, eu dizia que a conhecia, mas depois apareceste tu, e eu vi que a felicidade passava por te ter ao meu lado!

Se és uma pessoa fantástica? não, és tu com todos os defeitos e qualidades que te tornam único.

Se eu podia viver sem ti agora? Nem pensar, tornou-se tudo demasiado bom contigo ao meu lado.

Ensinaste-me a ser uma pessoa melhor, mais tranquila, a aceitar melhor os defeitos dos outros, e a ver a paciência de santo que também tens para aturar os meus.

Ensinaste-me a acreditar nas pessoas e que elas mudam e sobretudo a acreditar no amor, verdadeiro como ele é.

Amo-te

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Teoria da Relatividade

Aprendemos a viver com esse sentimento presente, tornou-se tão vulgar como o simples respirar, que já nem é de estranhar.
Hoje o certo é o incerto, e como é bom ter esse incerto!

Aprendemos a redefinir os nossos padrões de felicidade e a ser felizes com o que conquistámos e não com o que ambicionamos.

Prendo-me à esperança de um dia te encontrar, avô

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Despedidas

Todos os dias nos despedimos de pessoas, mas são “falsas” despedidas, pois sabemos que no dia a seguir, ou brevemente voltaremos a ver essas pessoas. Nunca sabemos quando uma despedida vai se um “Para sempre” e não um “Até já”. É algo que nunca pensamos, pois no nosso pensamento não faz sentido (eu também nunca tinha pensado, até aquele infeliz dia).

Até aquele dia, eu despedia-me simplesmente de uma pessoa, normalmente “adeus”, “até já” (clichés básicos que usamos desde que nos conhecemos gente). Aquele dia e, sobretudo a forma como ele partiu mudou totalmente a minha forma de viver/pensar...

Passei a despedir-me dos meus amigos como se nunca mais os fosse ver, como se aquela fosse a última vez! Sobretudo da minha avó, todos os dias, faço questão de me despedir dela “vingando-me”, já que ao meu avô não o pude fazer convenientemente, faço a ela todos os dias, pode ser que compense... Futilidades provavelmente, mas para mim, que vivi aquilo tudo é algo que passei a fazer todos os dias.

Há momentos que nos marcam, fazem-nos ver as coisas com outros olhos, essencialmente fazem-nos crescer, quando às vezes ainda nos apetecia ser criança, talvez vivêssemos as coisas doutra forma, não tão intensamente é certo, mas talvez também não sofrêssemos
tanto.